Skip to main content

Cultura do Café

Syngenta e você conectados à qualidade do café.

O Brasil é considerado atualmente o maior produtor e exportador de café

Por contar com regiões produtoras de características diversas e ser capaz de produzir variados tipos do grão, o País assume uma posição de destaque na exportação dessa cultura e, assim, é capaz de conquistar diferentes paladares em todo o planeta. Diante da importância do café para o agronegócio nacional, a Syngenta conta com um portfólio completo de produtos e soluções com o objetivo de atuar ao lado do cafeicultor no manejo de pragas e doenças de sua lavoura.

Cuide da florada do café com Syngenta

Universo do Café

Conheça mais sobre as Soluções Syngenta para o café

Saiba mais

Depoimentos

O que os produtores de café estão dizendo?

Posicionamento das soluções da Syngenta na cultura do café.

Posicionamento das soluções Syngenta na cultura do café

Quer receber mais conteúdos como esses?

Inscreva-se e fique por dentro das novidades sobre produtividade.

Canais Syngenta

Café: tudo sobre a cultura

Café é uma planta que teve origem na Etiópia. Seu grão é consumido por todo o mundo nas mais diferentes formas. É conhecido pela cafeína, substância que possui ação estimulante no sistema nervoso central, capaz de aumentar o estado de alerta, o foco e a concentração.

Atualmente, o Brasil é o maior produtor mundial e exportador de café, além de ocupar a segunda posição entre os países consumidores da bebida. De acordo com dados da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), a expectativa de produtividade para a safra de 2020 varia entre 30,31 e 32,89 sacas por hectare.

Café: a origem do grão

Segundo a lenda, um pastor da região passou a notar que as suas cabras ficavam alteradas, mais espertas, ao comer as folhas e frutos do cafeeiro. Então ele decidiu experimentar a planta de café e sentiu maior vivacidade e energia.

Da Etiópia, o café chegou na Arábia, onde a planta era considerada milagrosa e tinha um papel social muito importante, principalmente pelo seu uso medicinal. Em seguida, o grão foi levado para o Egito e, um pouco mais tarde, chegou à Turquia. Na Europa, o café chegou no século XVII e foi produzido, primeiramente, na Inglaterra e na Itália. Em pouco tempo, chegou a outros países como Suíça, Holanda, Alemanha, França e Dinamarca.

Depois, o café chegou no continente americano. Foram os holandeses que disseminaram o café pelo mundo. Inicialmente transformaram suas colônias em grandes plantações de café e, junto com franceses e portugueses, transportaram o café para a América.

A cultura de café no Brasil

A relação do Brasil com o café começou, na verdade, quando mudas vindas do Jardim Botânico de Amsterdã chegaram até à Guiana Francesa, atual Suriname. Foi o sargento Francisco de Mello Palheta quem transportou uma muda de lá para cá, a pedido do governador do Pará em 1727, porém a cultura não se difundiu bem no estado devido ao clima.

O café foi então transferido para o Maranhão e para a Bahia. Em 1774, as sementes chegaram ao Rio de Janeiro e de lá o cultivo se espalhou para outros estados: Paraná, Minas Gerais, São Paulo e Espírito Santo. Entre os anos de 1800 a 1930, o café foi extremamente importante para a economia brasileira, sendo um marco na história do país pelo seu cultivo e exportação.

Nesse período, o Vale do Paraíba, localizado entre os estados do Rio de Janeiro e São Paulo, concentrava toda a produção de café do Brasil. A região possuía excelentes condições climáticas para a plantação do grão, o que contribuiu para que o Vale se tornasse uma verdadeira influência para a economia, com o grão em alta no mercado internacional. Durante a primeira metade do século XX, o café foi o responsável por tornar o estado de São Paulo um dos mais ricos do país.

Atualmente, a Região Sudeste se destaca na produção de café no Brasil, principalmente Minas Gerais, o maior estado produtor de café arábica. Já o Espírito Santo é o segundo maior produtor, sendo o principal quando falamos em café conilon, com plantações nas áreas mais quente ao norte do estado.

Conheça mais sobre as soluções Syngenta para a lavoura de café

O Brasil é o maior produtor global de café e, para proteger a cultura do complexo de pragas e doenças capazes de impactar a qualidade do grão e a produtividade da lavoura, a Syngenta está sempre em busca de criar e desenvolver novas tecnologias para o manejo na cultura.

Para as pragas que atacam os cafezais


O bicho-mineiro (Leucoptera coffeella) é uma das principais pragas que afetam as lavouras de café arábica no país. Trata-se de uma pequena mariposa que põe ovos nas folhas produtivas do cafeeiro. Dias depois, as larvas penetram nas folhas cavando galerias e formando minas. O problema é que, para se defender, a planta produz um hormônio que acelera o processo de desfolha. Com a queda das folhas, também secam os galhos, diminuindo o potencial produtivo da lavoura.

Já a broca-do-café (Hypotenemus hampei) é outra praga comum encontrada nas diversas regiões produtores. O dano é provocado na fase de formação do fruto, e depois de formados, os grãos perfurados serão considerados como defeito. O que reduz o valor de venda da saca de café, afetando a rentabilidade do produtor.

Se não forem controladas com eficiência, estas pragas podem reduzir a produtividade do cafezal em até 50%. Por isso, o manejo adequado [MLB1] é essencial para a proteção da lavoura e pode ser realizado com Voliam Targo, um inseticida e acaricida de contato e ingestão.

A solução da Syngenta controla, ao mesmo tempo, a broca-do-café, o bicho-mineiro e o ácaro vermelho (Oligonychus ilicis), que antes demandavam produtos distintos para seu controle. Desenvolvido com uma tecnologia precisa, Voliam Targo é eficaz na proteção das folhas e dos frutos do café, com um longo período de controle.

Outra ferramenta precisa no controle de pragas do café o Durivo , inseticida que promove um maior desenvolvimento vegetativo na fase inicial de formação da lavoura. O produto deve ser aplicado no solo e, quando absorvido, chega até a copa do café, maximizando o vigor da planta, e proporcionando maior produtividade e rentabilidade.

Com dois princípios ativos em sua formulação, o Durivo proporciona um efeito bioativador, responsável pelo aumento do vigor e crescimento muito perceptível no número de folhas da planta. Além disso, o cafezal também é beneficiado com uma alta taxa fotossintética e raízes mais profundas.

Para as doenças do café


O período de florada do café requer atenção redobrada, pois qualquer doença que cause a queda das flores e chumbinhos pode impactar diretamente na produtividade.. Um exemplo é a mancha de phoma (Phoma sp.)(, doença que causa lesões profundas e escuras, ocasionando a seca do ponteiro da planta. Nas folhas, ocorrem manchas escuras de tamanho variado e halo concêntrico.

Para acabar com a mancha de phoma, recomenda-se o uso de Priori Top, um fungicida sistêmico com ação preventiva, curativa e anti-esporulante. É a solução de mais alta performance para o manejo da lavoura durante a florada, contribuindo assim para o aumento de produtividade.

Já a ferrugem do café (Hemileia vastatrix) é uma infestação normalmente percebida em estágio avançado e que pode devastar plantações inteiras. O fungo responsável provoca a desfolha da planta e o consequente secamento dos ramos produtivos da árvore. Para combatê-la, a Syngenta recomenda o uso de Priori Xtra, fungicida sistêmico usado no manejo preventivo e capaz de incrementar qualidade do produto final.

A Syngenta possui um amplo portfólio de produtos e soluções que combatem inúmeras pragas e doenças [MLB2] na cultura de café com o propósito de extrair o potencial máximo da sua lavoura.