Aplicação foliar é fundamental para controle de alvos do café

27/07/2017 15:18:25

Atualizado:

28/08/2017 11:14:36


São várias as pragas que têm considerável potencial destrutivo da cultura do café. Entre elas, estão o bicho-mineiro (Perileucoptera coffeella),  a broca (Hyphotenemus hampei) e o ácaro-vermelho (Oligonychus ilicis).

O clima seco e quente é o mais favorável ao bicho-mineiro, que promove a formação de galerias nas folhas dos cafeeiros e, com alto ataque, causa desfolha intensa, reduzindo assim o vigor e capacidade de produção das plantas.

A broca ataca os frutos (foto que ilustra esse texto), reduzindo o peso de grãos e a qualidade da bebida final. Já o ácaro-vermelho causa bronzeamento das folhas e redução da fotossíntese e da produtividade.

O portfólio Syngenta conta com Voliam Targo, eficaz para o manejo desses insetos, sempre com utilização por meio de aplicação foliar. Prevenção e monitoramento são fundamentais.

Para o controle de bicho-mineiro, Voliam Targo deve ser aplicado de acordo com o nível de infestação (3% de incidência de folhas minadas). No caso da broca, a aplicação deve ocorrer entre 60 e 150 dias após a florada (quando os frutos estão aptos a brocar), a partir do momento em que haja 1% de ataque. O nível de infestação de ácaro-vermelho também deve ser observado.

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