Uma abordagem ampla para o manejo correto dos alvos do algodão

01/06/2017 15:49:24

Atualizado:

18/07/2017 16:02:11

A boa produtividade prevista para a safra de algodão 2016/2017, que será finalizada entre junho e agosto nas regiões Centro-Oeste e Nordeste, não deve desviar a atenção dos produtores em relação aos alvos que mais comprometem essa cultura: ramulária, bicudo-do-algodoeiro e spodoptera.

Para enfrentar esses desafios, a Syngenta conta com soluções e recomendações estratégicas para expandir o potencial de lucratividade.


Ramulária e bicudo
No caso da ramulária, doença fúngica responsável por aproximadamente 90% dos danos econômicos do algodoal, por conta de sintomas como o desfolhamento precoce, a indicação é o programa de fungicidas Cotton Solution, que prevê duas aplicações de Priori Top, duas de Mertin e duas de Score.

Para combater o bicudo, possivelmente a única praga que pode inviabilizar a cultura do algodão, como já ocorreu em algumas regiões do Brasil, as ofertas da Syngenta são Engeo Pleno, inseticida já consagrado pelo mercado, e Polytrin, uma nova ferramenta. Além disso, é recomendável a adoção de manejo em escala regional, eliminação de soqueiras, tigueras e de plantas de algodão em beiras de estrada. 

O manejo da spodoptera, lagarta que passou a ser um problema grave para o algodão, exige a formação de uma barreira de proteção com Match e Ampligo. A aplicação deve ser feita entre 50 e 70 dias da cultura, quando a lavoura está aberta, situação que favorece a penetração dos inseticidas.

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