3 dicas para combater percevejos no milho e na soja

Aplicação de inseticidas no momento certo ajuda no controle de uma das principais pragas dessas duas culturas

01/08/2018 14:42:15

Atualizado:

02/08/2018 15:10:14

 

Presente em praticamente todas as lavouras de soja do país, o percevejo-marrom (Euschistus heros), é uma das pragas mais comuns deste tipo de cultura, de acordo com a Embrapa. Já quem cultiva milho deve estar atento ao percevejo barriga-verde (Dichelops furcatus), considerado a principal praga da cultura em algumas regiões do Brasil.

O impacto na qualidade do grão e no rendimento são consideráveis. O inseto suga a seiva da planta e se alimenta preferencialmente de vagens e grãos. Isso prejudica o enchimento e a rentabilidade da lavoura.Veja algumas dicas para o manejo eficiente da infestação do percevejo:

 1 – Aplicação foliar

A aplicação foliar deve ser feita no momento certo, com respeito aos intervalos. Neste caso, a Embrapa indica o uso de inseticidas com poder de choque e residual, para que a planta tenha proteção por mais tempo. “É preciso recorrer ao controle químico quando o nível de dano econômico é atingido, ou seja, quando se encontram 2 percevejos maiores de 0,5/metro para áreas de produção de grãos e 1 percevejo maior de 0,5/m para área de produção de sementes", diz a gerente de Inseticidas e Desenvolvimento de Produtos da Syngenta, Giorla Moraes

2 – Atenção antes do plantio

O percevejo é capaz de sobreviver na palhada da lavoura por meses sem se alimentar. Ele armazena os nutrientes que suga das plantas durante meses. É preciso fazer uma boa colheita, para evitar que grãos fiquem no chão e possam servir de alimento. O manejo do sistema soja-milho, ao invés de culturas isoladas, é o mais indicado. Também é preciso eliminar plantas daninhas que podem servir de ponte para o percevejo, segundo a Embrapa.

3 – Manejo integrado

Com o manejo integrado, é possível definir se a incidência da praga deve preocupar ou não. A  orientação da Embrapa é que o nível de alerta exista quando são encontrados mais de dois percevejos por metro de linha. Ao contrário das lagartas, que provocam desfolha quando atacam, os danos causados pelos percevejos só são percebidos muitas vezes na colheita. O monitoramento efetivo, com entrada na lavoura pelo menos uma vez por semana, também é indicado pela Embrapa.

A Syngenta possui, em seu portfólio, o Engeo Pleno S. O produto é considerado a evolução no controle de percevejos, pois conta com a segunda geração da tecnologia Zeon, que por causa das microcápsulas, tem uma liberação controlada do ingrediente ativo, fazendo com que este cubra toda superfície da planta e melhore o efeito de choque e residual.

Saiba mais:

O Engeo Pleno S garante mortalidade de 100% dos insetos em duas horas de aplicação. O controle de praticamente todas as pragas sugadoras e mastigadoras de diversas culturas e o efeito residual prolongado do produto possibilitam um controle de nível superior de ninfas e adultos. É recomendável a aplicação no início da manhã ou no final de tarde, quando as temperaturas são mais amenas e assim a chance de aumentar a proteção da sua lavoura contra o inseto é maior.

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