Aprenda a controlar a principal praga do café: o bicho-mineiro

Quando não manejado de forma adequada, o inseto promove intensa desfolha no cafeeiro e pode afetar consideravelmente a produtividade da lavoura

27/11/2018 15:36:58

Atualizado:

12/12/2018 10:29:41

O Brasil é o maior produtor de café do mundo. Esse patamar foi atingido e é mantido por meio do incansável trabalho dos agricultores e pelo conhecimento e olhar sempre atento deles à lavoura. A cultura do café, para obter altas produtividades, precisa de cuidados e proteção o tempo todo. Caso contrário, a lucratividade esperada com a colheita pode não ser obtida. Em relação às pragas que afetam o cafeeiro, a principal delas é o bicho-mineiro (Perileucoptera coffeella), que tem potencial de reduzir a produtividade em até 70%.

O bicho-mineiro faz galerias (minas) nas folhas dos pés de café. A alta infestação dessa praga causa grande desfolha e, desta forma, reduz o vigor da planta, já que interfere diretamente na fotossíntese. Períodos de inverno quente e seco, como ocorreu neste ano, favorecem a pressão da praga no decorrer da safra.

No entanto, o manejo químico, quando bem feito, pode garantir 100% de proteção à lavoura. O controle preventivo é um grande aliado do produtor para o controle do inseto. Para esse caso, o portfólio da Syngenta conta com o produto Durivo.

“Durivo é uma inovação da Syngenta, é o único inseticida para aplicação no solo que promove a sinergia de dois ingredientes ativos consagrados na cultura do café (Tiametoxam e Clorantraniliprole). Essa combinação controla o bicho-mineiro e estabelece um novo patamar de vigor e enraizamento das plantas”, explica Andressa Lemos, gerente de inseticidas da Syngenta.

O inseticida, duplamente sistêmico, é recomendado para aplicação com umidade no solo, de janeiro a fevereiro. Além do controle de bicho-mineiro, o produto também é eficiente no manejo das principais pragas de solo que atingem a cultura do café.

Nas aplicações preventivas de solo, quando Durivo é aplicado na sequencial de Verdadero, é proporcionado um maior efeito residual. Verdadero, além de inseticida, é também fungicida: ele garante então, por exemplo, proteção contra a ferrugem-do-cafeeiro, que é a principal doença da cultura do café. Eles são aliados do agricultor na obtenção de altas produtividades.

Durivo, com ação bioatividora, também é recomendado para a utilização na formação de lavouras de café, uma vez que é capaz de promover o melhoramento do sistema radicular da planta. Quando as mudas estão bem protegidas, o bom arranque inicial da planta é assegurado. Isso se reflete em um rápido estabelecimento da lavoura e na precocidade produtiva, ajudando o produtor a obter mais rapidamente o retorno sobre o investimento.

Para a manutenção de uma lavoura protegida do bicho-mineiro, além das aplicações preventivas de solo, o produtor deve estar atento ao prosseguimento do manejo, com o tratamento foliar, momento em que o agricultor tem como opção a utilização de Voliam Targo, que garante a proteção contra o bicho-mineiro, mas ainda assegura o controle de broca do café e ácaro.

 
Para a cultura do café, a Syngenta tem uma estratégia que reúne as melhores soluções do mercado, o Café Forte Xtra. O portfólio reúne inseticidas, fungicidas, herbicidas, acaricidas e nematicida. Além disso, a empresa se empenha também em auxiliar os agricultores na produção de café de alta qualidade com a solução integrada Nucoffee.

Manter uma lavoura bem protegida faz toda a diferença na hora da colheita. Então, como bem diz o ditado popular, é sempre melhor prevenir do que remediar.


 

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