Estudo comprova que manejo adequado de fungicidas propicia café de qualidade superior

Pulverizações corretas, nas fases mais críticas do cultivo, auxiliam a garantir um café com melhor avaliação e maior valor de venda

01/08/2018 15:21:19

Atualizado:

15/08/2018 14:23:35

 

O café é uma cultura perene, com área pouco alterada a cada safra e diferente do milho e da soja, que podem ter espaços de cultivo ampliados e reduzidos a cada ano. De acordo com a ABIC (Associação Brasileira de Indústria do Café), o manejo constante e os tratos culturais dispensados nas lavouras, aliados com o clima e o espaçamento adequado, são condições essenciais para a máxima produtividade. Um estudo recente feito pelo departamento de fitopatologia da Universidade de Lavras comprova que a eficiência dessas práticas vai além.

Conforme o relatório, não é só produção de grãos que aumenta com o controle eficiente. O manejo adequado propicia um café de maior qualidade e que pode ser vendido por um valor maior no mercado. Para isso, as pulverizações de fungicidas nos momentos certos e críticos do cultivo, que ajudam a manter a lavoura livre de doenças como a ferrugem, a mancha de phoma e a cercosporiose, são essenciais.

Para obter essa proteção e bom resultado, o Priori Xtra, fungicida da Syngenta, foi o produto melhor avaliado no relatório em comparação com os concorrentes para a geração de um café com melhor qualidade no final.

Seguir a cartilha de pulverização do Priori Xtra é simples e é uma opção para o agricultor que busca a máxima produtividade.  “A primeira aplicação ocorre em dezembro e a segunda em fevereiro, 60 dias depois da primeira. Isso previne doenças no momento mais estressante e suscetível da cultura, que é quando os frutos ainda estão se desenvolvendo”, explica Luiz Henrique Fernandes, DTM da Syngenta, que considera uma terceira aplicação em abril, caso necessário.

Avaliação de especialistas

Com a pulverização correta na lista de tarefas, o agricultor colhe um fruto com maior acidez, corpo e doçura. O café também ganha em uniformidade, ausência de defeitos, aroma, sabor, finalização e equilíbrio. Essas condições são avaliadas por especialistas para classificar um produto na categoria premium. “São dez itens no total. As notas variam de 0 a 10 para cada um deles. Na soma final dos itens, se este café somou uma nota acima de 80 pontos, por exemplo, o mesmo já pode ser considerado de qualidade superior”, explica Fernandes.

No resultado final, o café tratado com pulverizações de Priori Xtra recebeu 84 de nota, a maior em comparação entre os principais concorrentes. A descrição revela um café considerado como “ótimo, de acidez média, corpo macio e cremoso, sabor de frutas amarelas, caramelo, chocolate ao leite e com final longo e marcante’’.

Quem ganha é o produtor: “Ele pode vender o café por até o dobro do preço ou mais. O Priori Xtra alia a proteção contra as doenças, característica também de outros fungicidas, mas com o diferencial de garantir essa qualidade superior da bebida”, explica Fernandes.

 

 

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