Expectativa para a safra de milho é promissora segundo a Conab

Alternativas de exportação para o mercado chinês, reflexos da taxa de câmbio, fabricação de etanol de milho e o forte mercado interno produtor de proteína animal são fatores que dão suporte às expectativas

22/11/2018 17:45:59

Atualizado:

22/11/2018 17:47:43

A expectativa para o início da safra de milho está envolvida em otimismo. Conforme o boletim "Observatório Agrícola - Acompanhamento da Safra Brasileira - Grãos - Segundo levantamento - Novembro 2018", realizado pela Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), “a expectativa de normalização das chuvas, para a temporada que se inicia, é a grande aposta dos produtores do cereal em razão do promissor mercado que se vislumbra para o exercício que se inicia e que vem se fortalecendo a cada ano.”

Ainda conforme o boletim, há motivos para o produtor ficar otimista: “As alternativas de exportação para o mercado chinês, os reflexos da taxa de câmbio, a fabricação de etanol a partir de milho, além do forte mercado interno produtor de proteína animal, são fatores que dão suporte às expectativas otimistas.  A definição da área plantada ficará, portanto, condicionada à evolução do clima nos próximos meses, que estimulará, caso ocorra normalização do clima, o uso de um pacote tecnológico avançado, fato não ocorrido na temporada que se encerrou.”

A partir da decisão pelo plantio de milho, é tarefa do produtor prestar atenção às variáveis de cada semente, com foco nos resultados que busca na lavoura. De acordo com orientações da Embrapa Milho e Sorgo, o agricultor deve estar atento às características de cada cultivar e analisar a sua própria realidade, objetivos e sistema de produção que adota.

É necessário definir a finalidade da produção e o período disponível. “Com a escolha da semente certa, há mais chances de garantir melhores rendimentos, inclusive de acordo com as condições de cada região. O rendimento de uma lavoura de milho é resultado do potencial genético da semente, das condições edafoclimáticas da região e do manejo da lavoura. De modo geral, a genética e o manejo são responsáveis, cada um, por cerca de 50% do rendimento final. Consequentemente, a escolha correta da semente e sua destinação pode ser a razão de sucesso ou de insucesso da lavoura.”, explica William Weber, gerente de milho da Syngenta.


Aliada ao preparo adequado e correção de solo, adubação, aplicação de defensivos específicos, manejo da irrigação, assistência técnica e época de plantio apropriada, a escolha por uma semente de milho certificada também é um fator-chave para o bom desenvolvimento da lavoura. Os riscos fitossanitários são altos para quem usa sementes piratas, ou seja, sem procedência conhecida. Caso o produtor desconheça a procedência das sementes que adquire, ele pode ter a safra comprometida por pragas e doenças, baixa produção e perda de qualidade, ou seja, uma série de prejuízos.

Já o tratamento com alta tecnologia (que evita danos fisiológicos na semente), os testes de qualidade realizados por equipe especializada, os estudos de compatibilidade, os testes químicos com maquinário e laboratório adequados, feitos em indústria, e a manipulação e armazenagem corretas proporcionam sementes de qualidade. 

A biotecnologia também é uma grande aliada do produtor. Neste ponto, Agrisure Viptera é a biotecnologia mais eficiente do mercado para o controle das principais lagartas, tem tolerância a glifosato e proporciona ampla proteção em todos os estágios da cultura.

“Os agricultores têm à disposição híbridos de diferentes características: ciclos diferentes, como precoces e superprecoces, biotecnologias como Viptera, e nível de investimento, como alto, médio e menor”, complementa Weber.

As características das sementes são muito importantes também para evitar outros eventuais problemas na safra, como por exemplo o estresse hídrico, principalmente para o milho safrinha.

Portanto, para que o objetivo de uma lavoura com alta produtividade se torne realidade, a escolha da semente é ponto fundamental.

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