Tecnologia inovadora ajuda no controle de percevejos em todas as fases da soja

Quando não controlado, o percevejo causa perdas na qualidade dos grãos e tem influência direta na produtividade

09/10/2018 09:51:35

 

O percevejo é uma praga presente em praticamente todas as lavouras de soja do Brasil. Os danos que ele causa na qualidade do grão e no rendimento são consideráveis, com impacto direto na produtividade. Os prejuízos ocorrem por conta das picadas ou inoculação de fungos.

O inseto se alimenta preferencialmente de vagens e grãos, o que prejudica o seu enchimento. A má formação provoca a retenção foliar nas plantas, que não amadurecem na época da colheita. Embora estejam presentes desde o período vegetativo da cultura, é durante os estádios reprodutivos que o inseto causa o maior prejuízo, quando atacam vagens em formação. Os grãos atacados ficam menores, enrugados, chochos e em alguns casos tornam-se mais escuros.

Na cultura da soja, três espécies de percevejos têm grande influência durante o cultivo: percevejo marrom ou percevejo da soja (Euschistus heros), o percevejo verde pequeno (Piezodorus guildinii) e o percevejo verde (Nezara viridula). Para o agricultor que não se previne é prejuízo na certa. De todos eles, a espécie que merece destaque nas práticas de manejo da lavoura é o percevejo-marrom (Euschistus heros), por ser considerado o mais abundante nas lavouras de soja do Brasil.

Tecnologia zeon

A aplicação foliar de inseticidas, junto com outras boas práticas agrícolas, é uma aliada para a produtividade quando os percevejos são identificados na lavoura. Garantir a mortalidade dos insetos exige que as aplicações sejam feitas nos momentos certos e em doses adequadas.

A Syngenta trouxe como novidade recente para o mercado o Engeo Pleno S, evolução do já reconhecido defensivo oferecido pela empresa. Ele se destaca por ser capaz de controlar o percevejo na soja e em outras culturas com a segunda geração da inovadora tecnologia zeon, capaz de  proporcionar melhora no método de micro encapsulamento de lambda-cialotrina, o que garante o rápido controle de insetos e o longo controle residual, sendo totalmente diferente dos competidores no mercado.

Melhor efeito de choque e residual

A melhora do encapsulamento do ativo Lambdacialotrina faz com que o produto tenha cápsulas mais robustas e ao mesmo tempo com a porosidade adequada para liberação do ativo de forma rápida. “Isso mantém o efeito de choque, mas também com liberação mais controlada para garantir uma melhora no efeito residual”, explica Giorla Moraes, Gerente de Inseticidas e Desenvolvimento de Produtos da Syngenta.

A alteração no diâmetro das microcápsulas que protegem o ingrediente ativo é diretamente relacionada à melhor cobertura na aplicação (maior superfície de contato). “Isso gera maior aderência nas plantas e nos insetos sobre os quais o produto atingiu diretamente, como nos micropelos, antenas etc”, completa Giorla. Atualize-se no controle de percevejos!

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