Ações integradas de manejo são cruciais no controle das DFC e manchas

Segundo especialista, incidência das doenças de final de ciclo é alta na safra 2018/19. Confira as recomendações de controle

15/01/2019 10:55:06

Atualizado:

05/02/2019 09:21:33

A colheita da safra de soja 2018/19 teve início cerca de 15 dias antes do previsto em algumas regiões e, até a data, atinge 2,1% da área total. A antecipação, no entanto, não é realidade para todos os produtores. Regiões onde o plantio ocorreu mais tarde ainda enfrentam desafios ao longo do desenvolvimento da cultura.

“Nesta safra a incidência de DFC (Doenças de Final de Ciclo) é bastante alta. Períodos de elevada umidade e molhamento foliar proporcionam condições gerais favoráveis ao desenvolvimento destas doenças. Principalmente no momento de fechamento das entrelinhas da cultura da soja, quando forma-se um microclima ideal para a disseminação das DFC”, explica Paulo Laurente, gerente de Fungicidas da Syngenta.  

As DFC e manchas são um complexo de doenças compostas pela cercóspora (Cercospora kikuchii), antracnose (Colletotrichum truncatum), oídio (Erysiphe difusa) e a mancha-alvo (Corynespora cassiicola), que afetam as plantas, provocando redução de produtividade.

Além do clima propício, Laurente destaca o uso de variedades mais suscetíveis como um fator importante para o desenvolvimento dessas doenças. Para evitar os danos à cultura, o especialista lista os cuidados que o produtor deve ter. Confira as orientações:

  1. Utilizar sementes livres de patógenos, atrelado ao correto tratamento destas;
  2. Optar por variedades mais tolerantes;
  3. Iniciar as aplicações de fungicidas preventivamente (aplicação 0), ainda no estágio vegetativo, impedindo a infecção precoce do complexo de manchas;
  4. Aplicar no pré-fechamento das entrelinhas com o objetivo de uma cobertura mais ampla, assegurando que o produto atinja o baixeiro da planta;
  5. Utilizar doses adjuvantes e intervalos recomendados pelos fabricantes.
  6. Seguir as recomendações do manejo consciente, com a escolha de fungicidas multipotentes, práticos e eficientes;
  7. Sempre associar às aplicações, fungicidas protetores de alta performance e com amplo espectro de controle de doenças secundárias.

Para o controle de doenças da soja, deve-se adotar as medidas de maneira integrada, uma vez que práticas isoladas não são tão eficientes como quando empregadas em conjunto.

Pensando nisso, a Syngenta conta com uma alternativa inteligente e eficiente para potencializar os demais fungicidas no manejo de doenças. Cypress combina dois ingredientes ativos – Ciproconazol e Difenoconazol – para o combate ao complexo de doenças da soja, capazes de ocasionar perdas de mais da metade da produção do grão.

Polivalente, o defensivo pode ser utilizado tanto como parceiro quanto como principal fungicida nas aplicações e utilizado em qualquer estádio da cultura da soja. Conheça o portfólio da Syngenta para o controle de doenças da soja.

Leia mais:

Manejo preventivo evita perdas causadas pela antracnose e mancha-alvo na soja

Os perigos da superdosagem para quem trata sementes na fazenda

LEIA MAIS

NOTÍCIAS

Vários temas são fundamentais para a manutenção da produtividade agrícola. Entre eles, o manejo de pragas, doenças e daninhas e a eficiência de produtos. O Portal Syngenta prepara, constantemente, conteúdos jornalísticos realizados a partir de fontes de informação como engenheiros agrônomos e produtores rurais. Veja ao lado uma seleção dessas reportagens. Boa navegação!