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Doenças do feijão: quais são e como realizar o manejo

Conheça as principais características dos patógenos que afetam o feijão e como o fungicida especialista da Syngenta age no controle deles

Publicado 23-09-2021 12:42:07

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Lavoura de feijão

O feijão é um dos principais produtos agrícolas do país e movimenta a economia nacional, sendo cultivado praticamente durante todo o ano. Se comparado à maioria das culturas anuais, o feijão apresenta um ciclo de desenvolvimento mais curto – o que, de certa forma, torna-o mais vulnerável: caso uma doença se manifeste na lavoura, pode não haver tempo suficiente para remediar o problema. Sendo assim, a tomada de decisão precisa ser rápida e efetiva para que os prejuízos não impactem a rentabilidade.

Nesse cenário, o produtor deve estar sempre atento para retardar ao máximo a entrada de patógenos ou minimizar seus impactos à produtividade da lavoura. Por esse motivo, é muito importante assegurar a saúde da lavoura confiando em quem é especialista no assunto: o fungicida Amistar Top®.

Quais são as principais doenças do feijão

As doenças do feijão são agressivas e podem causar danos irreversíveis à produtividade e à qualidade da lavoura. Dessa maneira, conhecer os patógenos mais frequentes e saber como manejá-los com eficiência é essencial para garantir uma boa produção e, consequentemente, mais rentabilidade.

  • Mancha-angular (Phaeoisariopsis griseola)

Mancha-angular na cultura do feijão

É uma doença que atinge a parte aérea da planta e que pode ser observada em todas as regiões produtoras de feijão. Ocorre com mais frequência em temperaturas mais altas e é disseminada principalmente pelo vento, sobrevivendo também em hospedeiros alternativos. Quanto mais precocemente a doença aparece na cultura, maiores são as perdas de rendimento. Em condições favoráveis ao desenvolvimento do patógeno, pode afetar 80% da produtividade.

Nas folhas primárias, as lesões são circulares e de coloração castanha. Já nas folhas trifolioladas, são tipicamente angulares, delimitadas pelas nervuras, e adquirem coloração marrom-acinzentada, com halo amarelo. Os sintomas são mais evidentes nos estádios finais do ciclo, quando as lesões evoluem e coalescem, podendo causar intensa desfolha.

Nas hastes, as lesões são alongadas e de cor castanho-escuro, enquanto que, nas vagens, elas são circulares, com coloração marrom. As vagens atacadas podem produzir sementes mal desenvolvidas ou totalmente enrugadas. A esporulação do patógeno pode ocorrer em folhas, caules, pecíolos e vagens.

  • Ferrugem (Uromyces appendiculatus)

Ferrugem na cultura do feijão

A doença pode ocorrer em todo o território nacional e, quanto mais cedo ela aparece na lavoura, mais severos são os prejuízos que causa. Em cultivares suscetíveis, é capaz de reduzir o rendimento em até 70%. A infecção é favorecida por longos períodos de umidade relativa superior a 95% e por temperaturas moderadas (de 17°C a 27°C).

Apesar de também poder atingir vagens e hastes, os sintomas são mais predominantes nas folhas, em cuja face inferior surgem manchas pequenas, esbranquiçadas e levemente salientes. Elas aumentam de tamanho até produzirem pústulas maduras, de coloração marrom, com abundante produção de uredósporos, geralmente circundados por halo amarelado. Os uredósporos desprendem-se facilmente e são disseminados pelo vento.

  • Antracnose (Colletotrichum lindemuthianum)

​​​​​​​Antracnose na cultura do feijão

É uma das doenças mais prejudiciais à cultura do feijão e, sem um controle efetivo, pode resultar na perda de 100% da produção. Trata-se de uma doença com abrangência nacional, mas ocorre principalmente em regiões de alta umidade e temperaturas moderadas (de 13°C a 26°C).

A antracnose pode atingir toda a parte aérea da planta e, como sintoma típico, ocasiona a necrose nas nervuras. Na face inferior das folhas, as lesões costumam ser alongadas, de coloração vermelha a marrom.

Nas vagens, as lesões são deprimidas, circulares e com a borda mais escura que o centro. Em vagens recém-formadas, o grande número de lesões causa enrugamento e encurtamento. Quando o patógeno atinge as sementes, provoca sintomas como a descoloração e a formação de lesões escuras no tegumento ou nos cotilédones.

Amistar Top®: especialista em cuidar da saúde do seu feijão

Sabendo dos prejuízos que as doenças do feijão podem trazer à lavoura e ao produtor, é fundamental utilizar fungicidas de alta eficácia, aliando o seu uso às boas práticas agrícolas, a fim de assegurar maiores rendimentos.

Amistar Top® é um fungicida sistêmico à base de Difenoconazol e Azoxistrobina, eficaz no controle de diversas doenças. O produto age preventivamente, mas também tem ação curativa e antiesporulante.

A junção de seus ingredientes ativos oferecem maior eficácia: a Azoxistrobina é responsável por inibir a respiração dos patógenos, distribuindo-se por movimento translaminar; já o Difenoconazol inibe o crescimento deles, protegendo as folhas em ambos lados.

Entre os benefícios de Amistar Top® no feijão, podemos citar:

  • Amplo espectro: eficaz no controle de ferrugem, antracnose e manchas foliares;

  • Sistemicidade: ação preventiva, curativa e antiesporulante;

  • Custo-benefício: maior retorno sobre o investimento para o agricultor;

  • Produtividade: maior produtividade da lavoura;

  • Seletividade: não apresenta fitotoxicidade.

Assista a seguir ao depoimento do produtor Ruberley Gavron, da cidade de Paulo Frontin (PR), sobre os resultados de Amistar Top® na cultura do feijão:

Para manter a sanidade do campo e extrair o máximo potencial produtivo das lavouras, a Syngenta dispõe de um portfólio completo e robusto, com soluções em fungicidas, inseticidas e herbicidas para todos os ciclos da cultura.

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