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Elimine o capim-pé-galinha e outras daninhas da soja

O aparecimento dessas espécies de plantas daninhas é muito comum em períodos quentes e pode trazer prejuízos para a lavoura se o manejo pós-colheita não for realizado

Publicado 14-04-2021 16:23:28

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Elimine o capim-pé-galinha e outras daninhas da soja

A presença de plantas daninhas na soja causa inúmeros problemas na lavoura, implicando perdas na produtividade devido à matocompetição e, principalmente, grandes impactos econômicos ao produtor.

Hoje, no mundo, cerca de 250 espécies são consideradas plantas invasoras. Ao ocupar o lugar da cultura, as daninhas competem por água, luz e nutrientes do solo, além de poder danificar o maquinário agrícola no momento da colheita.

No entanto, outro problema a que os produtores precisam ficar atentos é a resistência ao glifosato, que dificulta o controle dessas invasoras no campo. Entre as espécies que ameaçam a sanidade da lavoura, estão o capim-pé-de-galinha e recentemente foi detectada a incidência de vassourinha-de-botão na soja, o que causa sérios danos se o monitoramento e controle não forem realizados no início.

Quais as características do capim-pé-de-galinha e da vassourinha-de-botão?

O capim-pé-de-galinha e a vassourinha-de-botão podem comprometer o desenvolvimento pleno da soja. Por isso, entender suas características é importante para o manejo dessas invasoras.

  • Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica): gramínea anual, entouceirada, com mais incidência em épocas mais quentes. É uma espécie que se adapta bem ao solo compactado e apresenta colmos eretos, com até 50 cm de altura, ou colmos prostrados e ramificados, com a base em tonalidade mais clara.

Sua incidência na soja tem aumentado e há casos de resistência do capim-pé-galinha registrados no Brasil. Possui um ciclo médio de 120 dias e pode dispersar até 40 mil sementes por planta, provocando uma alta infestação na lavoura.

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  • Vassourinha-de-botão (Spermacoce verticillata L.): nos últimos anos, o número de ocorrências dessa invasora nas lavouras de soja aumentou, o que gera uma grande preocupação entre os produtores, já que é uma espécie de difícil controle.

É uma planta perene, que pode atingir cerca de 30 cm de altura, com hábito semiprostrado ou ereto e folhas simples em forma de verticilos ao longo dos nós, além de ser muito ramificada e de se reproduzir através de sementes.

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Além dessas espécies, podemos destacar outras plantas daninhas da lavoura de soja:

  • Capim-amargoso (Digitaria insularis);
  • Caruru-roxo (Amaranthus hybridus);
  • Braquiária (Brachiaria decumbens);
  • Capim-arroz (Echinochloa crusgalli);
  • Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea).

 

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Herbicida pré-emergente no manejo de daninhas

No controle de plantas daninhas, o herbicida pré-emergente é uma ótima ferramenta de manejo, permitindo que o desenvolvimento inicial da cultura aconteça em terreno limpo.

A Syngenta conta em seu portfólio com Dual Gold, que apresenta modo de ação diferenciado, auxiliando no controle de plantas daninhas resistentes ao glifosato.

O produto é aplicado logo após o plantio da soja, na pré-emergência da cultura, e é altamente eficiente no controle do complexo das principais plantas daninhas resistentes ao glifosato, incluindo o capim pé-de-galinha e capim-amargoso, possibilitando uma cultura livre de plantas invasoras.

Outros benefícios do herbicida Dual Gold são:

  • amplo espectro: controle efetivo de daninhas no campo com uma única solução.
  • controle superior, pois a solução é eficiente no combate às várias espécies de daninhas;
  • alta seletividade e efeito residual, já que não prejudica a soja e protege a lavoura por um longo período;
  • flexibilidade de doses e uso, o que proporciona mais conveniência ao produtor.

Os desafios do sojicultor são inúmeros durante todo o ciclo desenvolvimento da cultura, por isso, vale lembrar que o controle químico, aliado às boas práticas agrícolas, extrai o máximo em produtividade de uma lavoura saudável.

Acesse o portfólio completo da Syngenta e conheça as soluções herbicidas, inseticidas e fungicidas que contribuem com um manejo assertivo, do início ao fim do ciclo.

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