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Milho: 4 boas práticas para evitar a proliferação de lagartas

As lagartas do milho causam grandes prejuízos e comprometem o desenvolvimento da cultura ao atacar folhas e espigas. Para evitar que essas pragas impactem na produtividade, é importante seguir as boas práticas agrícolas para manter a sanidade no campo

Publicado 04-05-2021 23:02:15

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A Spodoptera frugiperda pode proporcionar prejuízos de até 60% na produtividade do milho se o controle não for feito no momento certo

Há alguns anos, o milho tornou-se uma das principais culturas do Brasil, sendo essencial no agronegócio e na exportação de grãos. Segundo a Conab (Companhia Nacional do Abastecimento), para a safra 20/21 do cereal, a produção estimada totaliza 108,9 milhões de toneladas, a maior da série, com área de 19,7 milhões de hectares.

Entre os meses de fevereiro e março, ocorreu o plantio do milho safrinha, um bom momento para pensar no manejo de pragas, evitando que elas causem prejuízos na produtividade.

O principal inimigo da lavoura de milho é a lagarta Spodoptera frugiperda, que pode proporcionar prejuízos de até 60% na produtividade se o controle não for feito no momento certo. Resistente e com rápida reprodução, essa espécie tornou-se uma das ameaças mais preocupantes para o produtor.

Entre as características da Spodoptera frugiperda estão: 

  • é um inseto polífago, ou seja, se alimenta de diversas culturas;
  • é conhecida como lagarta-do-cartucho, pois ataca a parte central da planta, penetrando no colmo e criando galerias que provocam um fenômeno conhecido como “coração morto”;
  • além de comprometer o cartucho, pode raspar e perfurar as folhas, prejudicando o crescimento saudável das plantas.
A Spodoptera frugiperda pode proporcionar prejuízos de até 60% na produtividade do milho se o controle não for feito no momento certo


As boas práticas no MIP (Manejo Integrado de Pragas)

O MIP (Manejo Integrado de Pragas) é um conjunto de técnicas agrícolas com o objetivo de manter a população de pragas em um nível baixo, de forma que não prejudique economicamente a lavoura, mantendo a sanidade do campo.

Esse conceito surgiu na década de 40 e tornou-se essencial há alguns anos, pois o combate correto dos insetos favorece tanto o ambiente como o uso apropriado do controle químico na lavoura, alavancando a produtividade da cultura a patamares cada vez mais elevados em qualidade.

Podemos destacar quatro boas práticas agrícolas para o controle das lagartas na lavoura de milho:

  1. dessecação: essa ação visa eliminar as plantas daninhas e culturas antecessoras que servem de hospedeiras para pragas;
     
  2. tratamento de sementes: as sementes com o tratamento adequado utilizadas no plantio são a garantia de um estande uniforme e vigoroso;
     
  3. monitoramento periódico: importante para o produtor acompanhar e entender quais as pragas que estão presentes no campo e como está a evolução dessa infestação, para assim definir o melhor momento para a aplicação do defensivo agrícola;
     
  4. controle químico: a escolha do inseticida é uma etapa importante no controle das pragas no campo, pois a solução precisa ser eficaz e rápida na cessação dos danos.

Após a aplicação do inseticida na lavoura, o monitoramento deve continuar a fim de garantir que o controle da praga foi realizado com eficiência, além de acompanhar o desenvolvimento pleno do campo, assegurando uma produtividade satisfatória.

Conhecer as condições climáticas da região e a propriedade agrícola são fatores fundamentais para prever quais das possíveis pragas têm a maior incidência e planejar o manejo químico com soluções eficientes para o controle de determinada praga.


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Ação imediata contra a Spodoptera frugiperda

Vimos que, dentro do MIP, a escolha do inseticida é essencial para manter a sanidade da lavoura e para dar adeus às lagartas do milho, como a Spodoptera frugiperda. E quanto mais rápida for a ação do produto no campo, menores serão os prejuízos econômicos do produtor.

Por isso a Syngenta desenvolveu Ampligo, um inseticida de contato e ingestão com tecnologia inovadora para controlar o complexo de lagartas do milho, proporcionando resultados superiores no combate às pragas e potencializando os ganhos de produtividade do agricultor.

A fórmula conta com a combinação de dois princípios ativos (Lambda-cialotrina e Clorantraniliprole), que age em poucos minutos após a aplicação. Ampligo também se destaca por benefícios como:

  • amplo espectro: alinhado às boas práticas agrícolas, além do controle eficiente contra a spodopteraAmpligo tem um excelente resultado no combate a outras pragas que ameaçam a produtividade da lavoura, sendo uma ferramenta flexível ao manejo;
     
  • proteção: age desde a eclosão dos ovos com residual prolongado, controlando, inclusive, Spodoptera no estádio adulto. Sua formulação é eficaz contra as lagartas resistentes, ou seja, que adquiriram maior sensibilidade a produtos de determinados grupos químicos, promovendo um controle mais assertivo e protegendo a lavoura por um longo período;
     
  • aderência: após a aplicação, Ampligo se incorpora à cutícula foliar, assegurando mais proteção para as plantas, sendo resistente à lavagem das chuvas;
     
  • ação imediata: a rápida ação de choque provoca a paralisação imediata da lagarta que, ao não conseguir se alimentar, tem o seu controle populacional em poucos dias.

O posicionamento indicado para Ampligo é logo no início do ataque das pragas que acontece no estádio vegetativo da lavoura de milho. Confira nos infográficos abaixo:
 

posicionamento de ampligo


 

dose e intervalo de aplicação de ampligo



Uma boa produtividade depende das boas práticas agrícolas desde o momento do pré-plantio, o que assegura uma lavoura saudável e favorável ao desenvolvimento pleno da cultura. Sabemos que o produtor enfrenta muitos problemas durante todas as fases e, por isso, o portfólio de produtos da Syngenta está à disposição para contribuir com o manejo assertivo da lavoura.
 

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