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Pragas do algodão: o bicudo-do-algodeiro merece atenção

De rápida proliferação, essa praga de grande incidência, difícil controle químico e fácil migração pode acarretar, se não controlada nos estádios iniciais, a destruição quase completa da lavoura

Publicado 02-12-2020 00:40:32

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Pragas do algodão: o bicudo-do-algodeiro merece atenção

A safra 19/20 de algodão confirmou as boas expectativas previstas para o setor. Mesmo com a pandemia, o Brasil registrou uma produção recorde e concluiu a colheita atingindo a marca de 2,9 milhões de toneladas de algodão em pluma – 5% a mais do que em 18/19, segundo a Abrapa (Associação Brasileira dos Produtores de Algodão).

De acordo com o Ministério da Economia, entre janeiro e setembro de 2020, o Brasil exportou 1,2 milhão de toneladas de algodão, volume 49% superior ao acumulado referente ao mesmo período do ano passado.

Para a safra 20/21, a Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) estima uma produção um pouco menor, de 2,8 milhões de toneladas de algodão em pluma.

Após a colheita intensa, o produtor planeja a próxima safra. E para obter bons índices de produtividade, o cuidado na cultura do algodão deve ser efetivo desde o início, com olhar atento às pragas que podem atacar a plantação.

Sempre que se fala em praga no algodão, vêm à mente do produtor rural aquela que é considerada a mais danosa: o bicudo-do-algodoeiro (Anthonomus grandis), um besouro que, fora de controle, pode gerar prejuízos de até 70% da lavoura em uma única safra.

De grande incidência e potencial destrutivo, esse inseto é de difícil controle químico e fácil migração. Estudos apontam que ele pode gerar um gasto extra de aproximadamente US$ 150 por hectare em estratégias para seu controle, o que representa de 6 a 10% do custo total de produção.

Bicudo-do-algodoeiro: pequeno, porém destruidor!

De rápida proliferação, o ciclo de vida do bicudo-do-algodoeiro até a fase adulta é de apenas 20 dias. Porém, nesse curto intervalo de tempo, é possível ocorrer até seis gerações de besouros.

 Os sintomas da presença dessa praga na lavoura são facilmente identificáveis, como:

  • botões florais abertos e amarelados;
  • presença de perfurações escuras;
  • pólen aderido;
  • lavouras com quantidade considerável de botões caídos ao solo.

Como ovos, larvas e pupas ficam protegidos no interior dos botões florais do algodoeiro, geralmente apenas os insetos adultos são atingidos durante o controle químico, o que aumenta o potencial de danos.

É exatamente por isso que é tão importante o monitoramento da lavoura, evitando a detecção tardia da praga.

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Controle o bicudo-do-algodoeiro de forma rápida e assertiva

Apesar de todo esse cenário destrutivo, controlar o bicudo-do-algodoeiro é possível. Para isso, a Syngenta desenvolveu Engeo Pleno S, inseticida voltado às pragas do algodão.

Extremamente eficaz e considerado a evolução no controle do bicudo, o inseticida para algodão proporciona alto índice de mortalidade de insetos, com ação superior a outros produtos já conhecidos do mercado.

Engeo Pleno S possui a exclusiva Tecnologia Zeon, da Syngenta, que melhora o método de microencapsulamento de Lambda-cialotrina. A combinação do ingrediente ativo e das microcápsulas com paredes finas e esponjosas suspensas em água proporciona os melhores resultados com um menor número de aplicações.

Além disso, entre as vantagens do uso do Engeo Pleno S, destacam-se:

  • choque imediato: proporciona excelente controle de pragas adultas logo após a aplicação;
  • residual de alta performance: efeito prolongado que resulta em um controle mais rápido e efetivo;
  • amplo espectro: controle eficaz de pragas sugadoras.

Para controlar o bicudo-do-algodoeiro e aumentar a produtividade do agricultor, a Syngenta conta com um portfólio completo de soluções para cada fase da cultura.

Syngenta e você: conectados à produtividade do algodão dentro e fora do campo.

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