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Pragas do café: como ter flexibilidade e precisão no controle

A cada nova safra, o cafezal enfrenta o perigo dos danos causados pelos insetos que atacam e geram prejuízos para a lavoura. A escolha de um inseticida de amplo espectro oferece mais eficiência para o produtor no campo

Publicado 04-11-2020 00:54:58

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Pragas do café: como ter flexibilidade e precisão no controle

A nova safra da cultura do café já começou. Apesar das condições climáticas não estarem contribuindo com o desenvolvimento desta nova lavoura, devido à escassez de chuvas no país, a expectativa de colheita da safra 2020 teve excelentes números de acordo com o que foi divulgado pela Embrapa Café no final de setembro. Segundo os dados, a produção brasileira atingiu 61,62 milhões de sacas de 60kg – um volume 25% maior que no ano passado.

O clima quente e seco favorece o aparecimento das pragas do café, que causam inúmeros danos no campo, impactando a produtividade da safra. Por isso, este é o momento para o produtor colocar em práticas as ações de manejo preventivo e proteger a área do ataque desses insetos.

Quais as pragas mais temidas pelo cafeicultor?

No campo, é comum o aparecimento de pragas tanto que o produtor já se prepara para o controle desses insetos antes mesmo que eles prejudiquem a produtividade e a rentabilidade da lavoura.

No caso do café, duas pragas em específico são preocupantes para o cafeeiro: o bicho-mineiro (Leucoptera coffeella) e a broca-do-café (Hypothenemus hampei). Se não forem controladas no início de seu surgimento, elas podem gerar até 70% de prejuízos na lavoura.

Conheça as características de cada praga quando atacam o cafezal:

Bicho-mineiro: considerada a praga mais temida pelo produtor e também a que causa o maior prejuízo na lavoura, essa praga “mina” as folhas do cafeeiro à procura de alimento, gerando a desfolha e perda de área produtiva para a safra futura.

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  • Broca-do-café: o prejuízo se dá pela fêmea, que fura os frutos e deposita os ovos dentro deles. As larvas se alimentam desses nutrientes, causando o apodrecimento e a queda prematura.

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Por conta das diferentes características das duas pragas, é importante que o produtor rural tenha uma ferramenta eficaz de controle e que com apenas uma solução tenha a performance necessária para proteger a lavoura. Pensando na flexibilidade do cafeicultor na hora do manejo, a Syngenta desenvolveu Voliam Targo, um inseticida preciso no controle das pragas do café.

Precisão e controle de que o cafezal precisa para ficar longe das pragas

Voliam Targo, da Syngenta, é o inseticida foliar que possui uma tecnologia de formulação que combina dois princípios ativos poderosos no controle de pragas em uma única solução: a Antranilamida (Clorantraniliprole) e Avermectina (Abamectina). Isso proporciona flexibilidade para o produtor que busca uma performance superior na lavoura, impedindo o aumento da população de bicho-mineiro e broca-do-café nos cafeeiros.

Além disso, Voliam Targo também se destaca em:

  • Amplo espectro: controle assertivo de várias pragas;
  • Longo período de controle: a lavoura fica protegida durante o período de ataque dos insetos;
  • Produtividade: com o controle superior na lavoura, frutos e grãos ficam protegidos, proporcionando uma safra produtiva e rentável.

A Syngenta conta com um portfólio completo de produtos à disposição do produtor para o melhor manejo na lavoura, proporcionando a melhor safra com o máximo em produtividade. Conheça nossas soluções!

E para os produtores que estão em regiões de alta pressão de pragas, a Syngenta desenvolveu a Operação Praga Zero, que promove o controle eficaz principalmente de bicho-mineiro ancorado na mais alta tecnologia de controle e manejo.

Syngenta e você: conectados dentro e fora do campo.

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