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Safrinha do milho: como manter as lagartas longe da lavoura?

A Spodoptera frugiperda raspa e perfura as folhas, podendo causar também danos severos nas espigas; seu controle requer monitoramento constante e o uso de uma solução que elimine rapidamente essa praga e proteja a plantação por mais tempo

Publicado 19-11-2020 17:08:02

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Safrinha do milho: como manter as lagartas longe da lavoura?

Você já conhece a principal vilã das lavouras do milho safrinha? O nome dela é Spodoptera frugiperda, conhecida também por lagarta-do-cartucho, uma praga bastante comum na cultura e muito inconveniente para o produtor rural.

Pertencente ao gênero Spodoptera, essa espécie tem hábito alimentar polífago, ou seja, alimenta-se de diferentes culturas e, por isso, pode aparecer o ano todo.

Além disso, a lagarta causa, também, uma série de danos, podendo levar a perdas de até 40% na produtividade, ou seja, quase metade de toda a lavoura.

O que é a safrinha do milho?

A safrinha é o milho plantado após a primeira colheita de soja no ano, entre janeiro e abril.

A época de semeadura é, portanto, um fator determinante do nível tecnológico da cultura da safrinha, pois se o plantio atrasar, haverá uma queda no seu potencial produtivo e um aumento substancial do risco de perdas.

O milho safrinha é cultivado especialmente no Centro-Sul do país – nos estados do Paraná, São Paulo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais – e vem aumentando gradualmente sua área.

Segundo levantamento da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), a safra 20/21 prevê a produção de 105,2 milhões de toneladas, um aumento de 2,6% em relação à safra anterior.

Em relação ao milho safrinha, projeções da Consultoria Safras&Mercado indicam uma elevação de 3,3% na área plantada em 2020/21, ocupando 13,712 milhões de hectares e uma produção de 82,07 milhões de toneladas, contra as 73,48 milhões de toneladas do ano anterior.

Por isso mesmo, o planejamento na lavoura deve ser feito com antecedência, para que o plantio seja feito em época com maior probabilidade de sucesso, considerando suas necessidades hídricas e térmicas.

Além disso, é fundamental uma escolha cuidadosa das cultivares a serem plantadas, considerando o ciclo e a adaptação ao período de cultivo. Isso porque todo o manejo da safrinha do milho – monitoramento de pragas, doenças e plantas daninhas, além de ajuste de adubação e da densidade de plantio – dependerá dessas decisões.

Spodoptera frugiperda: conhecendo a vilã do milho

A Spodoptera frugiperda já foi identificada em diversos países, causando danos e preocupando os milhocultores. Um estudo do CABI (Centro Internacional de Agricultura e Biociências) estimou que a lagarta-do-cartucho já afeta 28 países, sendo que, só na África, os prejuízos causados por ela já chegaram a US$ 5,5 bilhões.

Embora seu nome faça referência ao fato de atacar a área central – ou seja, o cartucho – do milho, essa praga pode causar grandes estragos em todas as partes da planta, inclusive na espiga.

Entre as principais características dessa lagarta, estão:

  • Ciclo de vida médio de 30 dias;
  • Larvas com a cabeça preta e o corpo de cor clara;
  • Cabeça com uma linha clara em forma de “Y” invertido (distintamente pronunciada);
  • Quando adulta, mede de 32 a 40 mm (da ponta de uma asa a outra);
  • Cada fêmea pode pôr entre 100 a 200 ovos por postura, totalizando uma média de 1.500 a 2.000 ovos;
  • Essa espécie pratica o canibalismo, por isso, é comum encontrar uma única lagarta por planta.

Já em relação aos danos que ajudam a identificar o ataque da Spodoptera frugiperda na lavoura de milho, estão as folhas raspadas e perfuradas, o cartucho destruído e as espigas danificadas.

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Quando larvas, elas consomem tecidos de folha de um lado, deixando a epiderme oposta intacta. Depois do segundo ou terceiro ínstar, começam a fazer buracos nas folhas, alimentando-se do cartucho e deixando uma grande quantidade de excrementos na planta.

A praga ataca a planta, cortando-a rente ao solo e destruindo as espigas em formação, o que afeta o formato dos grãos. Geralmente, é encontrada dentro das folhas que formam o cartucho da planta. Assim, ao abrirem-se as folhas, apresentam 4 ou 5 furos paralelos típicos, que são resultantes da perfuração transversal nas folhas que se desenvolviam ainda enroladas.

O clima também pode ser um agravante para o desenvolvimento da Spodoptera: quanto mais quente e seco, mais graves os problemas causados pela praga na safrinha do milho.

Alta eficácia no controle de lagartas

Muito embora as pragas da cultura do milho sejam bem preocupantes e pareçam assustadoras, utilizando o produto certo, é possível vencê-las de forma rápida e eficaz.

Vale lembrar que o MIP (Manejo Integrado de Pragas), com utilização de ferramentas específicas para esse combate, reforçam as chances de um controle efetivo da lagarta-do-cartucho.

Entre as principais orientações do MIP, estão:

  • Uso de sementes sadias
  • Rotação de culturas;
  • Época adequada de semeadura;
  • Adubação equilibrada;
  • Uso de inseticidas recomendados;
  • Controle biológico;
  • Destruição dos restos culturais.

Ampligo: ação imediata contra a Spodoptera

O uso de um inseticida que proporcione controle rápido e com efeito residual prolongado também é uma ação eficaz para obter maior sanidade e produtividade na lavoura de milho. Nesse sentido, a Syngenta dispõe em seu portfólio de Ampligo, solução desenvolvida para colocar um ponto final no ataque desses inimigos da lavoura.

Ampligo associa dois ingredientes ativos em uma formulação diferenciada – a Lambda-cialotrina e o Clorantraniliprole –, proporcionando a mais rápida ação e longo período de controle.

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O inseticida tem performance comprovada nas lavouras de todo o país, já que entrega ação superior à dos principais ingredientes ativos do mercado usados para o controle de lagartas, oferecendo 75% de controle logo nas primeiras horas após a aplicação.

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Isso significa rápida paralisia dos insetos e longo período de controle, apoiando a produtividade e a rentabilidade do agricultor.

Aliado do produtor rural no manejo antirresistência, Ampligo oferece:

  • Forte aderência à cutícula da planta, resistindo a chuvas por 2 horas após aplicação;
  • Ação de choque e efeito residual contra a lagarta;
  • Mata por contato e ingestão;
  • Protege a planta desde a eclosão do ovo;
  • Único que controla mariposa;
  • Paralisação imediata do dano.

A Syngenta acredita na importância de identificar as principais dificuldades enfrentadas pelo produtor logo no início do plantio e oferece soluções para todos os momentos do seu cultivo. Por isso, investe constantemente em pesquisa e inovação, entregando as ferramentas para contribuir com o crescimento da cultura do milho e de todo o agronegócio. Conheça o nosso portfólio completo de soluções para o milho.

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