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Safrinha do milho: você está preparado para controlar as doenças?

A safra 19/20 encerrou com números recordes, com preços competitivos que fizeram a produção no campo tornar-se ainda mais lucrativa. Chegou o momento de planejar a próxima lavoura, e o controle das doenças que podem comprometer os bons resultados

Publicado 26-01-2021 19:16:12

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Safrinha do milho: você está preparado para controlar as doenças?

O milho safrinha tem se destacado entre as culturas de maior importância dentro do cenário econômico agrícola brasileiro. De acordo com levantamento feito pela consultoria Safras & Mercados, as estimativas para a segunda safra 2020/21 são de 84,027 milhões de toneladas. No ano passado, a produção foi de 73,478 milhões de toneladas. Na estimativa anterior, a projeção era de 83,725 milhões de toneladas.

O bom cenário de produtividade nacional eleva as expectativas da comercialização fora do país. Por isso, os cuidados com a safrinha do milho se tornam ainda mais importantes para o produtor que quer aproveitar o bom momento do grão no agronegócio.

Com plantios entre janeiro e abril, logo após a colheita da soja, há alguns anos o milho safrinha vem registrando aumento na área produtiva, tornando-se uma lavoura importante em rentabilidade ao produtor.

Doenças do milho: por que é importante pensar na prevenção?

Uma das questões que devem ser tratadas com toda a atenção são as doenças do milho, que podem acarretar em grandes prejuízos na produtividade quando não controladas no momento certo, afetando diretamente a produtividade do campo.

Causadas por fungos, essas doenças provocam redução da área foliar, interceptação da radiação solar e consequente redução da atividade fotossintética da planta, resultando em perdas na produtividade da cultura.

Entre as principais doenças do milho estão:

   Cercosporiose

(Cercospora zeae-maydis)

Identificada pela primeira vez na Região Sudoeste do Brasil, nos anos 2000, a doença possui grande distribuição em todas as áreas de plantio de milho do país, podendo gerar perdas de até 80% na produtividade.

O fungo se desenvolve em temperaturas que variam de 22 a 30°C, com boa umidade relativa do ar, levando até 14 dias para concluir o ciclo em híbrido suscetível, sendo que os que possuem algum tipo de resistência surgem depois de um ciclo de 21 dias.

Os sintomas da doença são percebidos no tecido foliar das plantas, através de manchas amareladas predominantemente retangulares que, conforme o desenvolvimento, vão adquirindo coloração marrom-escura, levando à necrose de todo o tecido foliar.

Lesões em bainhas foliares, colmos e brácteas da espiga, sobretudo no ápice, ocorrem em lavouras severamente afetadas, causando o acamamento das plantas.

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Mancha branca

(Phaeosphaeria maydis)

A primeira incidência da doença no Brasil ocorreu no final dos anos 80. Além do Brasil, existem relatos de prejuízos gerados pela mancha branca também na Índia e na América do Norte. Também chamada de "pinta branca", a doença gera muita preocupação pela frequência dos ataques nas lavouras do país.

Seu desenvolvimento é favorecido em ambientes com temperaturas amenas, entre 15 e 20°C, com umidade relativa do ar acima de 60%.

Assim como acontece com o cercospora, a doença se dissemina através do vento e de respingos de chuva. Inicialmente, os sintomas são percebidos através de pequenas manchas na cor verde-claro ou cloróticas no tecido. Com o passar do tempo, elas crescem e ficam esbranquiçadas e com aspecto seco.

As manchas medem entre 2 e 3cm, sendo encontradas geralmente no limbo foliar, progredindo depois para a base da planta.

A doença gera prejuízos superiores a 60%, principalmente quando encontra condições climáticas ideais para o seu desenvolvimento.

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Milho: mais ameaças à produtividade

Além da cercosporiose e da mancha-branca, no Mato Grosso, na região da BR-163 e no planalto de Parecis há também, dependendo das condições climáticas, o aparecimento da ferrugem polissora do milho e da podridão das raízes – esta última causa o chamado milho ardido”. Essas ameaças provocam sérios danos à produtividade.

Entre as principais características dessas doenças, estão:

  • Ferrugem polissora do milho

(Puccinia polysora Underwood): extremamente severa na lavoura, pode levar a uma redução de 50% na produtividade ao causar redução da área foliar, redução do peso dos grãos, senescência precoce e acamamento de plantas. A variabilidade genética torna o fungo resistente, e o controle preventivo com fungicidas antirresistência é a forma eficaz de proteger a lavoura.

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  • Podridão das raízes

(Fusarium verticillioides): a doença, que pode levar ao chamado grão ardido”, altera a cor da medula, leva à quebra do colmo e pode causar a podridão da espiga. O patógeno ataca as raízes e os internódios inferiores, e, dependendo da gravidade da doença, podem representar risco para a saúde humana e animal, além de problemas na comercialização desse grão.

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A escolha de um fungicida eficaz no controle dessas doenças é parte fundamental nas dicas de manejo do milho safrinha, proporcionando resultados satisfatórios e rentáveis na hora da colheita.

 

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O controle é o X da questão

No manejo de controle das doenças do milho, o X da questão tem solução: Priori Xtra, fungicida sistêmico desenvolvido pela Syngenta. O uso nas doses recomendadas para sua lavoura é capaz de proporcionar efeitos fisiológicos às plantas e à espiga, o que faz com que ocorra o aumento da produtividade da sua lavoura.

Além disso, Priori Xtra tem outros três diferenciais em relação aos produtos disponíveis no mercado, que proporcionam a sanidade da lavoura:

  • amplo espectro: eficiente no controle das principais doenças do milho;
  • eficiência: a tecnologia exclusiva desenvolvida pela Syngenta tem sistemicidade e rapidez na translocação, que proporciona uma proteção completa da planta contra o ataque dos fungos;
  • controle superior: a formulação conta com dois modos de ação que protegem as folhas e as espigas, proporcionando um controle residual prolongado que deixa a lavoura protegida por mais tempo.

Para obter bons resultados no plantio do milho safrinha, é importante que o produtor se atente à época de semeadura e à escolha da solução fungicida usada em pulverizações preventivas para o controle de doenças da parte aérea das culturas.

Além disso, o uso de Priori Xtra, aliado a um adjuvante, como Ochima, potencializa a produtividade na sua lavoura para o próximo ano.

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Adjuvantes: potencializando a ação das tecnologias no campo

Os adjuvantes contribuem em diversos momentos durante a pulverização, seja facilitando o processo de emulsão do produto, melhorando a estabilidade da mistura ou padronizando a formação das gotas pulverizadas. Essas melhorias na calda de pulverização aumentam as chances das gotas atingirem o alvo sem desperdício, aumentando a eficácia na absorção dos produtos através das folhas.

Seu objetivo é elevar a performance no controle de doenças e pragas, facilitando a aplicação e, consequentemente, reduzindo os riscos de perdas.

Desenvolvido pela Syngenta, Ochima melhora a eficiência dos defensivos e é o adjuvante mais moderno do mercado, livre de óleo mineral, sem causar fitotoxidade à planta e com componentes biodegradáveis na formulação, destacando-se entre os produtos disponíveis no mercado.

A solução é uma nova tecnologia de baixa dose, alta eficácia e maior conveniência para o produtor, e deve ser adicionada à calda para potencializar a proteção da lavoura.

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A Syngenta está ao seu lado para o controle das doenças foliares e colabora com as melhores soluções para enfrentar os desafios no campo com um portfólio completo para todos os ciclos da cultura, tornando assim o relacionamento no dia a dia ainda mais conectado com a sua realidade.

Syngenta e você: conectados dentro e fora do campo.

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