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Plantas daninhas - saiba quais são as mais comuns na soja

Publicado 22-05-2019 14:02:29

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Plantas daninhas em lavoura de soja

As plantas daninhas são um dos fatores que mais afetam a produtividade das lavouras de soja. Quando não controladas, podem causar perdas de até 70% nas lavouras, com danos diretos ou indiretos no rendimento, como dificuldade de colheita, depreciação da qualidade do produto e hospedagem de pragas e doenças.

Aproximadamente 250 plantas são universalmente consideradas daninhas, das quais cerca de 40% pertencem a apenas duas famílias: Poaceae (gramíneas) e Asteraceae (compostas). São capazes de se adaptar a lugares e condições climáticas adversas, o que as tornam grandes competidoras em meio às culturas.

Plantas daninhas mais comuns

Capim-amargoso (Digitaria insularis)

É uma planta perene com capacidade de reprodução praticamente o ano inteiro e em todas as regiões do Brasil. Cresce rapidamente, é altamente adaptável e pertence a uma espécie cada vez mais resistente ao glifosato.

Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica)

Planta capaz de se desenvolver em qualquer tipo de solo, sobretudo em locais com temperaturas e umidade elevadas. O capim-pé-de-galinha distribuída em todo o território, sendo comum no sul, sudeste, centro-oeste e terras firmes da região Amazônica. Pode se perenizar.

Caruru (Amaranthus deflexus)

Daninha de rápido crescimento e muito competitiva. Cada planta pode produzir 500 mil sementes.  Vegeta geralmente durante os meses menos frios do ano, sucumbindo facilmente pela ocorrência de geadas fracas.

Milho voluntário (Zea mays)

Também chamado de planta guaxa ou tiguera, está cada dia mais presente nas áreas de produção. Após a colheita, a germinação de grãos pode reduzir a produção de soja em até 30%.

Como fazer o controle das plantas daninhas na soja?

Hoje a resistência das plantas daninhas se tornou um problema muito sério em várias áreas, obrigando o produtor a repensar o seu manejo com a inclusão de produtos pré-emergentes, tal como Dual Gold. Estes produtos possuem grande efeito residual, possibilitando à cultura principal arrancar na frente das plantas daninhas, evitando a competição entre o cultivo e as daninhas.

Além disso, os produtos pré-emergentes possuem mecanismos de ação distintos dos utilizados em pós-emergência. Por isso, eles têm papel fundamental na estratégia antirresistência, em conformidade com as boas práticas de manejo recomendadas, bem como na supressão do banco de sementes, responsável pelas constantes reinfestações das áreas.

Na prática, Dual Gold se diferencia dos demais produtos pré-emergentes por ser muito eficiente no controle das principais plantas daninhas de difícil controle, tais como o capim-amargoso, o capim-pé-de-galinha, a trapoeraba e o cararu. Além disso, Dual Gold é extremamente flexível e seletivo, podendo ser aplicado antes ou após o plantio (“aplique e plante” ou “plante e aplique”), nas culturas da soja, milho e feijão, sem riscos para as culturas subsequentes (carry over).

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