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Soja: controle os percevejos logo nas primeiras aplicações

Praga-chave da lavoura, eles comprometem o desenvolvimento da soja e podem sobreviver entre as palhadas até a próxima safra

Publicado 02-09-2020 08:37:37

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Soja: controle os percevejos logo nas primeiras aplicações

Os percevejos estão entre as principais pragas da soja e, quando sua incidência não é controlada de forma rápida e eficaz, mais de 50% da produção pode ser comprometida. Além de reconhecer as espécies que ameaçam a cultura e geram prejuízos, é de extrema importância investir em soluções assertivas, que proporcionem o controle da infestação logo nas primeiras aplicações.

O controle a partir do uso de inseticidas é um aliado no manejo de percevejos da soja. E a Syngenta conta com a ação de Engeo Pleno S para auxiliar o sojicultor a extrair o máximo da sua lavoura.

Com sua exclusiva tecnologia Zeon, que oferece choque e residual sem igual, o inseticida oferece superioridade no controle, eliminando os percevejos em poucas horas após a aplicação.

A solução age contra o percevejo-verde (Nezara viridula), percevejo-marrom (Euschistus heros) e percevejo-verde-pequeno (Piezodorus guildinii), que estão entre as espécies que mais danos causam na lavoura e têm entre suas características:

  • Percevejo-verde (Nezara viridula): mais comum no início do ciclo, o percevejo-verde se alimenta da vagem da soja e pode sobreviver por um longo período e se desenvolver de acordo com as opções de alimentos disponíveis, passando de uma cultura para outra. Seu ataque compromete até 60% da produção.
  • Percevejo-verde-pequeno (Piezodorus guildini): A praga possui incidência em todas as áreas produtoras do Brasil e o ataque ocorre principalmente no estádio de floração da soja, comprometendo a qualidade das sementes e causando a retenção foliar. O resultado disso é percebido pela redução na qualidade dos grãos, através da diminuição do potencial germinativo da soja. O período de desenvolvimento da eclosão até a fase adulta do percevejo é de 25 dias.
  • Percevejo-marrom (Euschistus heros): Com facilidade para se desenvolver em regiões quentes, é uma ameaça que causa preocupação pelo potencial de resistência. O ataque atinge principalmente os ramos e hastes da soja, mas quando não é realizado o controle, pode atacar também as vagens em formação. Em menos de um mês, esta espécie de percevejo pode causar danos em até 40% na produção.

Comprove o que Engeo Pleno S pode fazer por sua lavoura

O controle inadequado ou no momento errado pode gerar danos irreparáveis na cultura. Com ação rápida a partir da primeira aplicação, Engeo Pleno S comprova sua eficiência por efeito de contato, desempenhando resultados superiores ao do acefato. 

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A solução inovadora e o efeito de choque rápido de Engeo Pleno S reduzem consideravelmente os danos causados pelos percevejos, evitando o comprometimento da sanidade da lavoura.

Conhecendo mais sobre o grande vilão da lavoura

Entre as três espécies mais comuns na soja, o percevejo-marrom representa maior perigo por ter preferência por essa cultura. Neste contexto, os riscos de ataque são maiores em determinadas regiões do país, como a região entre o Norte do Paraná e o Centro-Oeste do Brasil.

Conhecer a ameaça é também um importante passo para o seu controle eficaz. Confira alguns fatos sobre o percevejo-marrom que o produtor rural não deve desconsiderar:

1) Vindos de plantas hospedeira, da palhada ou de nichos alternativos, os primeiros percevejos adultos são observados na lavoura no final do estádio vegetativo da cultura, oriundos da safra anterior. Chamada de período de colonização, nesta fase eles iniciam sua alimentação e começam a oviposição dos ovos que darão origem à primeira geração da safra em questão.

2) O ciclo de vida é hemimetabólico, ou seja, ele tem um desenvolvimento indireto incompleto, passando pelas fases de ovo, ninfa e a fase adulta. O intervalo de dias entre a fase de ovo até virar adulto, dentro de condições climáticas favoráveis, dura cerca de 28 dias.

3) Em uma única safra, é possível existir até quatro gerações do percevejo-marrom. Isso reforça a importância das decisões de controle assertivas, que devem ser tomadas no momento correto, a fim de controlar os danos e o crescimento da população da praga na lavoura.

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4) A espécie é polífaga, ou seja, se alimenta de várias culturas, por isso incide também em culturas como milho e trigo. O aparelho bucal dos percevejos é do tipo sugador, em forma de rostro, por isso sua permanência causa tantos danos, já que ele perfura a planta para se alimentar e se desenvolver.

5) Para se alimentarem, os percevejos inserem seus estiletes em diferentes estruturas das plantas, embora os grãos, em fase de enchimento, sejam os locais preferidos. Eles liberam toxinas que podem causar distúrbios fisiológicos nas plantas, como a retenção foliar, que prejudica e gera prejuízos para a colheita.

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6) A região atacada pelo percevejo serve como porta de entrada para fungos e microorganismos, que causam doenças e também afetam a sanidade da planta e geram prejuízo.

7) Os danos podem ocorrer de maneira direta, quando há redução do peso e de tamanho do grão e indireta, afetando a qualidade e causando abortamento de grãos e de vagens. Ainda pode haver a redução na porcentagem de germinação e no vigor da plântula.

8) Em ambientes em que há diversidade e proteção para os inimigos naturais da lavoura, a mortalidade dos percevejos da soja é mais alta, consequência do controle biológico.

9) O período entre os estádios fenológicos R3 (período de alerta) e de 54 à R6 (período crítico), em que a cultura está em formação de vagem, até o enchimento total dos grãos, é o mais delicado e preocupante, além disso, os danos causados pelos percevejos durante essa fase, geram prejuízos consideráveis, já que este é o período de enchimento de grãos.

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10) Depois do período R8, os percevejos se dispersam e se deslocam para os nichos de oligopausa, onde se mantém durante a entressafra, protegidos em extratos vegetais. Eles podem se manter protegidos por até sete meses, à espera da próxima safra de soja. Isso reforça o papel imprescindível do manejo, pela sanidade da safra que está em desenvolvimento, mas também da próxima.

Nunca foi sorte, sempre foi Engeo Pleno S

A aplicação foliar de inseticidas, junto com outras boas práticas agrícolas, a exemplo do monitoramento da lavoura, contribuem para o aumento da produtividade e sanidade da planta.

Obter assertividade sobre a mortalidade dos insetos exige que as aplicações sejam feitas no tempo certo, com a quantidade de produto indicada.

Com efeito residual prolongado, Engeo Pleno S se destaca pela eficácia no controle de percevejo na soja com a inovadora Tecnologia Zeon, capaz de proporcionar melhora no método de micro encapsulamento de lambda-cialotrina, o que garante o rápido controle de insetos e residual ainda maior, sendo totalmente diferente dos competidores no mercado. Engeo Pleno S possui amplo espectro e realiza o controle eficaz dos percevejos em poucas horas, resultado de sua ação de choque.

Para proteger sua lavoura e aumentar sua produtividade, nunca foi sorte, sempre foi o constante investimento da Syngenta em soluções inovadoras, que atendem as demandas do agricultor e permite que ele alcance bons resultados no campo. Conectada ao produtor dentro e fora da lavoura, a empresa investe nas melhores ferramentas para o desenvolvimento das lavouras e do agronegócio do Brasil.

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