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Soja: rápido controle de percevejos nas primeiras aplicações

A Tecnologia Zeon da Syngenta confere o melhor efeito de choque sobre ninfas e adultos e age por mais tempo na lavoura, com alta performance e eficiência contra as pragas sugadoras

Publicado 03-09-2021 18:31:20

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Lavoura de soja

A agricultura brasileira evoluiu muito nas últimas décadas, e o país se destaca como um dos mais importantes produtores do planeta. A soja, por exemplo, é a principal cultura cultivada no Brasil, que ocupa o lugar de maior produtor e exportador da oleaginosa do mundo. No entanto, os sojicultores enfrentam diversos problemas durante o ciclo de desenvolvimento das plantas, como o ataque de percevejos, que é uma séria ameaça à produtividade.

Os percevejos são pragas que sugam parte da estrutura reprodutiva da planta para se alimentar e, em contrapartida, injetam toxinas que causam distúrbios fisiológicos, comprometendo um crescimento vegetal saudável e a rentabilidade da safra.

As principais espécies de percevejos que ameaçam a soja

Dentro do complexo de pragas da soja, os percevejos são insetos sugadores altamente nocivos e, caso a sua infestação não seja controlada no momento ideal e com rapidez, podem impactar seriamente o rendimento e a qualidade dos grãos. Isto porque, ao se alimentarem, eles provocam distúrbios nas plantas, que não amadurecem normalmente e permanecem verdes na época da colheita.

Por isso, a atenção deve ser redobrada durante a safra – e conhecer as características de cada espécie de percevejo que ameaça a cultura é fundamental dentro do MIP (Manejo Integrado de Pragas), conjunto de medidas que auxiliam a melhor tomada de decisão no controle de pragas. Veja quais são as três principais espécies de percevejos que atacam a soja:

1. Percevejo-marrom (Euschistus heros)

O Euschistus heros pode chegar à lavoura no período de entressafra e sobreviver até o desenvolvimento de um novo ciclo cultivado no mesmo espaço. É um dos percevejos que mais causam prejuízos e é encontrado em diversas regiões produtoras do país.

As ninfas de 3º ínstar são as mais agressivas, pois injetam toxinas nas plantas ao sugarem a seiva de ramos e hastes, provocando a retenção foliar. O percevejo-marrom tem um ciclo de vida médio entre 115 dias a 300 dias, podendo ter mais de uma geração em uma mesma lavoura.

Percevejo-marrom

2. Percevejo-verde-pequeno (Piezodorus guildinii)

Com incidência frequente em todas as áreas produtoras de soja no país, o Piezodorus guildinii é uma espécie que se alimenta de uma variedade restrita de alimentos.

O ataque é mais comum no estádio de floração da soja. A intensidade das picadas e a ação das enzimas salivares que o percevejo libera nos órgãos da planta são fatores que agravam os danos causados, comprometendo a sanidade vegetal. Também provocam redução no teor de óleo e perda de vigor das sementes, afetando o potencial germinativo delas.

Percevejo-verde-pequeno

3. Percevejo-da-soja ou percevejo-verde (Nezara viridula)

Essa espécie de percevejo é originária da África e existem registros de ataques da praga ao redor de todo o globo. Tem característica polífaga, ou seja, alimenta-se de várias culturas, e o seu ataque pode comprometer até 60% da produção. Por se tratar de um inseto que se adapta mais facilmente a regiões frias, aqui, no Brasil, ainda é mais comum na Região Sul.

O ciclo de vida desse percevejo dura até 50 dias se houver uma fonte de alimento e boas condições climáticas. Ao se alimentar, injeta toxinas que provocam chochamento dos grãos, impactando o rendimento e a produtividade da lavoura.

Percevejo-da-soja

Para controlar a densidade populacional dos percevejos a fim de evitar o dano econômico na cultura, é indicado o monitoramento através da técnica de pano-de-batida, eficiente para identificar as pragas no campo e verificar como está a evolução dos sugadores durante o ciclo.

Além disso, com o monitoramento, é possível determinar a melhor tomada de decisão para realizar o controle químico por meio da aplicação de um inseticida com rápida ação de choque, proporcionando alta performance no controle de percevejos.

A melhor ação de choque contra percevejos

Ciente dos problemas enfrentados pelos sojicultores em relação ao ataque de percevejos durante o desenvolvimento da cultura, a Syngenta conta com Engeo Pleno® S, inseticida sistêmico com o melhor efeito de choque e residual logo nas primeiras aplicações.

A sua ação se dá tanto pelo contato como pela ingestão, causando a paralisia instantânea e cessando a alimentação da praga. Como o princípio ativo é liberado de forma gradual, ganha-se um maior período de proteção, o que favorece o melhor controle de ninfas e adultos e a quebra do ciclo dos percevejos durante os estádios da soja.

No infográfico, é possível verificar a eficiência de Engeo Pleno® S e a rapidez na ação de contato com 1 hora após a aplicação do inseticida em comparação a outros produtos disponíveis no mercado.

Gráfico 1 resultados Engeo Pleno

Na análise a seguir, a performance superior de Engeo Pleno® S é comprovada ao apresentar índices superiores em relação ao efeito de choque e residual no percevejo-marrom, sendo a opção mais efetiva para as lavouras logo após as primeiras aplicações.

Gráfico 2 - resultados Engeo Pleno S

Engeo Pleno® S traz ainda outros três diferenciais em relação a outros produtos do mercado:

  • Amplo espectro: resultados superiores no controle de ninfas e adultos;

  • Ação translaminar: a tecnologia permite que o produto chegue até a superfície inferior da folha, de forma rápida e eficiente;

  • Sistemicidade: a solução penetra na planta como um todo e acaba com os insetos em poucas horas após a aplicação.

Tecnologia Zeon: controle superior com choque e residual sem igual

Engeo Pleno® S é um produto diferenciado, proporcionando controle superior em relação a outras soluções disponíveis no mercado. Foi desenvolvido com a exclusiva Tecnologia Zeon, que oferece proteção para a soja através de microcápsulas que controlam a liberação dos ingredientes ativos de maneira controlada, cobrindo toda a superfície das plantas, atingindo o percevejo no alvo.

Além disso, a formulação à base de água e com baixos níveis de solvente protege o produto da degradação, o que proporciona um maior tempo de ação.

A Tecnologia Zeon apresenta ainda outros benefícios, como:

  • Não causa fitotoxicidade à planta;

  • Não degrada com a exposição solar;

  • Oferece uma proteção mais uniforme para a planta.

Antes que os percevejos prejudiquem a sua lavoura, coloque as boas práticas agrícolas em ação e conte com o portfólio de produtos Syngenta, que oferece soluções que propõem a verdadeira evolução no campo, em todas as fases da cultura, auxiliando o produtor no melhor manejo.

 

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