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Soja: sua safra já está protegida contra pragas iniciais?

O novo plantio da cultura se inicia a partir de setembro, mas a escolha do tratamento de sementes deve ser feita antecipadamente. Vale a pena correr o risco de não utilizar uma solução eficiente?

Publicado 06-09-2021 09:25:18

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Estande bem estabelecido de soja

Com a proximidade da época de plantio da soja, é hora de realizar o planejamento da safra 21/22. De acordo com dados divulgados pelo USDA (Departamento Agrícola dos Estados Unidos), estima-se que ela atinja 144 milhões de toneladas. Para não correr o risco de perder produtividade por conta do ataque de pragas iniciais, o tratamento de sementes é uma etapa fundamental no manejo da cultura.

Além disso, as sementes que não recebem o tratamento adequado podem disseminar pragas e doenças que afetam diretamente a lavoura, causando prejuízos que impactam a rentabilidade.

Quais são as pragas iniciais que atacam a cultura da soja?

Existem diversas espécies de pragas iniciais que atacam a soja, e os números em perda de produtividade são preocupantes quando se opta por não realizar o tratamento de sementes. Desse modo, é fundamental conhecer as principais espécies e os danos causados por elas à lavoura, a fim de prevenir futuros problemas no estabelecimento do estande.

Veja quais são as principais pragas que devem ser controladas na fase inicial da cultura.

Vaquinha-verde-amarela (Diabrotica speciosa)

A larva se alimenta das raízes, o que interfere na absorção de nutrientes e água, comprometendo a sustentação da planta. Na fase adulta, a vaquinha-verde-amarela se alimenta das folhas, causando pequenos orifícios que comprometem a fotossíntese das plantas.

Complexo de lagartas

As lagartas são insetos que sempre geram prejuízos à lavoura de soja se o controle não for realizado. Essas pragas podem tanto causar uma desfolha severa, ao se alimentarem das folhas, como também atacar flores e frutos, prejudicando a produtividade da safra. Quando o ataque acontece no período de estabelecimento da cultura, pode ocorrer o tombamento das plantas e falhas no estande.

Podem se reproduzir rapidamente e provocar grandes prejuízos aos produtores. As espécies que mais causam danos aos estádios iniciais da soja são:

  • Lagarta Helicoverpa (Helicoverpa armigera);

  • Lagarta-das-folhas (Spodoptera eridania);

  • Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis);

  • Lagarta elasmo (Elasmopalpus lignosellus);

  • Lagarta falsa-medideira (Chrysodeixis includens).

Coró (Liogenys fuscus)

As larvas do coró se alimentam das raízes e danificam as sementes, reduzindo a capacidade de absorção de nutrientes, causando o definhamento das plantas e a redução da produtividade.

Mosca-branca (Bemisia tabaci)

É uma praga bem preocupante para a cultura e, nos últimos anos, vem trazendo prejuízos aos produtores. Tanto adultos como ninfas causam sérios problemas ao sugarem a seiva das plantas, pois retiram os nutrientes e injetam toxinas, podendo ocasionar murchamento, problemas no desenvolvimento da planta e queda na produtividade.

Além disso, a mosca-branca, ao se alimentar continuamente, excreta nas folhas uma substância que favorece a formação de fumagina, causada pelo fungo Capnodium sp. A fumagina recobre as folhas, impedindo a captação de raios solares, o que dificulta o processo de fotossíntese nas plantas.

Vale a pena abrir mão do tratamento de sementes na proteção contra pragas iniciais?

Ao planejar a safra seguinte, um dos grandes erros dos produtores é não contemplar o tratamento de sementes inseticida para proteger o estande contra pragas iniciais. Essa decisão é muito arriscada, pois o procedimento tem um bom custo-benefício comparado às perdas em produtividade que a falta dele pode ocasionar.

O tratamento de sementes é o primeiro passo para a proteção e o desenvolvimento saudável da lavoura. Escolher o produto adequado traz efeitos positivos às plantas, como melhor enraizamento, arranque inicial mais rápido e germinação com mais vigor e uniformidade.

Por isso, investir no tratamento de sementes proporciona muitas vantagens além da proteção da sua soja, como:

  • Controle de pragas;

  • Proteção do potencial produtivo;

  • Estabelecimento de plantas nas áreas de refúgio agrícola;

  • Mais resistência a nematoides;

  • Contribuição para uma maior produtividade.

O tratamento de sementes é a melhor opção para não correr o risco de essas pragas acabarem com a produtividade da lavoura. No entanto, escolher o inseticida certo também determina a eficiência da proteção nos estádios iniciais.

Força para largar na frente

Sabendo da importância do tratamento de sementes no manejo da soja, principalmente para o arranque inicial da cultura, a Syngenta apresenta Fortenza®, solução inseticida indicada para a proteção do estande contra o ataque de pragas.

Com ação poderosa e eficaz, Fortenza® é ideal para a soja largar na frente, pois a solução explora o potencial produtivo da cultura através da formulação à base de diamida, molécula moderna e que tem resultado superior de controle no combate a lagartas e outras pragas.

Além disso, Fortenza® apresenta outros diferenciais, como:

  • Estabelecimento do estande: lavoura firme e forte desde o início, a um baixo custo de investimento;

  • Eficiência: a ação amplo espectro protege a soja contra o ataque das principais pragas iniciais, evitando prejuízos e contribuindo para a produtividade;

  • Abrangência: controle superior em qualquer situação de pressão, adversidade climática ou biotecnologia, oferecendo proteção completa para os primeiros estádios da cultura.

No vídeo a seguir, é possível conferir todos os benefícios de proteger a lavoura contra pragas iniciais e como o tratamento de sementes com Fortenza® é a melhor escolha para a sua safra 21/22:

Não corra o risco: conte com Fortenza®. Realizar o manejo adequado do começo ao fim do ciclo da cultura e utilizar das boas práticas agrícolas no campo é a melhor forma de obter mais produtividade com o desenvolvimento saudável das plantas.

Conheça o portfólio completo de produtos Syngenta e veja todas as soluções que podem contribuir para os cuidados necessários na lavoura, impulsionando o campo e todo o agronegócio brasileiro.

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